quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Faz 11 anos que a Mãe morreu


Hoje estou muito melancólico e apreciei o dia, o sol, a boa temperatura, a paz em Portugal se não ouvirmos notícias o que é o  meu caso.
Tenho que dar muitas graças por tudo quanto fui tendo ao longo da minha vida e da minha família.
Talvez esteja mais sensível por estar mais velho.
Vai custando a aceitar que os meus filhos e netos têm as suas vidas e os tempos mudaram. Ainda não me habituei muito bem que sou eu que tenho que tomar a iniciativa de ir ao seu encontro.
Especialmente hoje no dia da morte da Mãe, que era doce, meiga, atenta, inteligente e culta e com sensibilidade nunca estava a mais e éramos nós, os nossos filhos que adorávamos estar em família com o Pai e a Mãe e naquela casa grande do Estoril onde durante 3 meses do Verão convivíamos 42 almas, incluindo pessoal.
Os meus irmãos e irmãs somos muito amigos e gostamos muito uns dos outros e curiosamente as dezenas de netos dos meus Pais, os nossos filhos, são entre todos unha e carne e um por todos e todos por um.
É, pois disto, que tenho saudades.
Vamos agora a uma missa como fazemos todos os anos e no silêncio da igreja., consigo conversar com os meus que já foram nas boas memórias e o coração quente.
Foi um desabafo

Sem comentários:

Enviar um comentário