quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

O Peninha no Kremlin


 O Santos, amigo do Peninha, preparou tudo impecàvelmente para uma ida disfarçada para o Kremlin, para cumprir a sua missão.

Tinha uma russa, Anna Casparova, que trabalhava no Kremlin como empregada doméstica, mas na ala oposta na qual vivia Putin.

Casparova era uma russa coleante, de seios bem feitos e pescoço com uma pele macia, tinha mãos capazes de satisfazer qualquer "cossaco do Don" com unhas pintadas e mãos esguias. Era do tamanho de Putin, o que era aconselhável, pois sendo ele um pequenote não gostaria de marinhar pelo corpo de Casparova.

Os SS da Estónia, tinham-na arregimentado, explorando todas as hipóteses, ou seja se ela morresse a família ficaria próspera para o futuro, pelo menos até a Humanidade terminar, ou se ficasse presa, levar-lhe-iam todas as semanas um kg de caviar beluga, e igualmente educar os filhos num país capitalista como Portugal, etc.

Ela aceitou e começou a planejar envenenar a sua colega Vladimira, que se ocupava da limpeza das instalações de Putin, para a substituir, mesmo que fosse por um dia ou dois.

Claro que Peninha a tratava como uma pêga de luxo. Todos os dias a levava a jantar aos restaurantes mais caros, comprava-lhe vestidos novos que faziam salientar as pernas e as zonas erógenas, e iniciou uma conversa todas as noites, antes de a levar para o leito e praticar as sugestões do Marquês de Sade no seu livro famoso...., para ajudar o mundo a ver-se livre do Putin.

Casparova tinha que, ao mesmo tempo que se tornava íntima de Vladimira, ir jantar com ela num restaurante caro, pago òbviamente por Peninha, para a envenenar mas por fases, para sair do restaurante como se ela estivesse bêbada, e ir no carro de Casparova para o seu apartamento, aonde pouco a pouco se esvairia, e´ao mesmo tempo, na véspera ir visitá-la enquanto ela estivesse a trabalhar no gabinete de Putin, para ele ficar fascinada por ela, Casparova.

Claro que teria que ir performada, boazona e impressiva e com um decote generoso. Ela apresentá-la-ia a Putin, dizendo que era a sua colega de limpeza da outra ala do Kremlin, mas que eram muito amigas e tinha-a convidado para jantar fora, nessa noite.

Putin ficou seduzido por Casparova e propôs que no dia seguinte, a Vladimira a substituisse no lugar dela na outra ala do Kremlin, e ela viesse trabalhar com Putin para depois irem jantar fóra e ela ir dormir a sua casa.

Os planos do envenenamento ficaram adiados pois assim, era com o assentimento directo de Putin.

No dia seguinte, às horas de Vladimira entrar na zona VIP de Putin ( nunca depois de 2 anos ela era revistada) apareceu Casparova que vinha fascinante e que disse para telefonarem para o Presidente a dizer que ela tinha chegado. Putin foi buscá-la directamente à segurança e levou-a para uma sala ao lado do seu gabinete que tinha uma "chaise-longue" grande e aonde ambos se deitaram e começaram actos de amor.

Putin foi interrompido pelo telefone vermelho, chamando-o ao gabinete pois havia umas trapalhadas na Ucrânea.

Ele disse-lhe para começar a limpar tudo como a Vladimira fazia e qualquer outra empregada de limpeza, pois ele tinha várias reuniões importante durante o dia, com terceiros que vinham ao seu gabinete.

Mas ao deixá-la, mostrou-lhe a dimensão da sua tesão, e foi-se radiante......

Só no fim da tarde, quase perto da hora de jantar, ele despachou toda a gente e roçou-se nela, beijando-a e apalpando-a no traseiro que estava apertadinho com o tecido do vestido, "lamé", que tinha pérolas e seda e ainda mais o excitavam....

Ele disse que tinha de ir à casa-de-banho e que voltava já. 

Casparova, com prudência e cuidado para que as câmaras de segurança não a vissem manobrar um reevólver pequeno, mas cujas balas eram mortais, tirou-o para fora da zona íntima entre as pernas, para a sua mão, carregando-o.

Assim que Putin, sorridente e romântico, regressou da casa-de-banho, Casparova apontou-lhe o revólver à cabeça e disparou.

Putin, caiu morto e ela começou a fugir e claro, foi apanhada pela Segurança e SS no corredor para a saída.

Ficou muito admirada por não ter visto pânico nas caras dos guardas. Foi levada para a prisão num carro celular discreto.

No dia seguinte quando foi presente ao tribunal, o juiz condenou-a a um homicídio voluntário, com uma pena de 5 anos. O Juiz sorria para ela e disse-lhe baixinho que a iria visitar.... 

Foi-lhe dito que quem Casparova tinha morto era um sósia de Putin.

Na volta para Portugal, no avião, ouviu dizer que Putin iria encontrar-se nesse dia com o Presidente da Coreia do Norte...

Só o Santos, lhe contou umas semanas depois, que tinha sido um sósia de Putin que Casparova tinha morto.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

O Peninha e a morte de Navalni pelo Putin

                                                                      O Santos

O Peninha e a morte de Navalni pelo Putin

 O Peninha, ficou mais do que indignado, resolveu tomar medidas para acabar com o Putin.

Tinha um amigo, chamado Santos, que era dos Serviços Secretos e combinou com ele encontrar-se na Graça, num café discreto, chamado “Ninho dos Canários”. Tinha uma esplanada, mas também tinha, lá dentro, uma sala de “conspirações”, aonde estavam os produtos comercializados no Café e dava, assim, uma justificação para ter um espaço extra.

A mesa era de pés de galo e servia também para adivinhações quando tinha um prato branco no tampo que rodava, aonde vinha uma bruxa, vá, uma médium para atender clientes.

O Santos, achava que do modo de que se vestia, era discreto, mas o Peninha já lhe tinha dito várias vezes que chamava a atenção com os trajes que usava.

Nesse dia vinha vestido de “panilas” com uma camisa côr-de-rosa debruada a rendas deixando ver os peitos. Depois, para baixo tinha umas calças de coiro tão apertadas, que ressaltava apenas um pequeno “passarinho” sem dar nas vistas. Usava umas botas amareladas de bico de matar baratas ao canto, e tinha atravessado no peito uma bolsa aonde trazia o revólver e a documentação dos serviços Secretos.

Lá entraram para a sala do fundo e o Peninha disse sem hesitar: - temos que matar o Putin, pois o Navalni era um defensor do povo russo e foi envenenado miseravelmente. E espumava de raiva ao dizer isto.

O Santos, disse-lhe que concordava com ele, mas que não seria fácil. Havia que contactar alguém que tivesse acesso isolado a ele e que conseguisse levar ou uma faca ou um revólver para disparar sobre ele.

Agentes, colegas do Santos na Rússia era impossível, pois eram todos escolhidos a dedo e de super-confiança. Talvez, alguém do pessoal de limpeza do escritório e do quarto, do qual Putin não saía, com medo de atentados.

O Santos foi peremptório: o Peninha tinha que ir uns meses antes para o Kremlin, e esperar cá fora a criada de limpeza do Putin, e começar a namorá-la, indo progressivamente para a cama com ela e tentando adivinhar os gostos dela.

Antes teria que ser namoradeiro, comprar-lhe uns presentes românticos, oferecer-lhe uma aliança de ouro falso (comprado nos chineses) de comprometimento, levá-la a restaurantes com música para dançar, com ela já com umas garrafas de vodka no bucho, etc…O Santos, comprometia-se a dar-lhe todas as informações possíveis, via escritório dos Serviços Secretos local. Ele tinha lá um amigo amaricado que era o Igonov, que gostava muito quando vinha a Portugal e o Santos o levava a todos os bares panascas e finalmente para a cama, numa pensão no Bairro Alto.

No entanto, disse ao Peninha que as russas tinham bigodes espessos, umas mamas que caíam até meio das pernas, o que dificultava o acesso ao “túnel do Alibábá” por ambos o lados, mas que ele estava certo que o Peninha, soubesse ultrapassar todos estes problemas e tornar-se, em caso de êxito, o homem mais conhecido do mundo e recebendo prebendas e dinheiro em muita quantidade, vir a ser sócio de empresas petrolíferas russas, e em princípio receber, homenagens nacionais, não já do Costa, nem do Pedro Nuno Santos, mas da Mariana Mortágua e do PAN.

Assim ficaram combinados e o Peninha estaria à espera de informações preciosas e ultra-necessárias, do Santos.

(Continua)


 

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

Pensar no passado

 


Pensar no passado

Tenho estado com esta gripe prolongada, em casa. Tem os inconvenientes que traz a toda a gente.

Tenho ainda para triar e arrumar uma série de papéis que fazem parte de um arquivo gigantesco que herdei e constituí ao longo dos diversos sítios por onde vivi e passei e com quem me relacionei, por ser o Morgado.

Mas não me apeteceu com tosse e sinusite, dedicar-me a essa tarefa.

Muitas vezes fechava os olhos e vagueava por várias fases da minha vida.

Vivemos 15 anos numa Quinta em Sintra, com piscina e ténis e um jardim luxuriante completado pelo Francisco Caldeira Cabral.

Já tínhamos os seis filhos, alguns pequenos ainda e outros mais velhos, mas andando todos num Colégio em Lisboa.

Tinha um casal que tinha vindo das Filipinas e ele servia de motorista e levava-os a Lisboa cedo de manhã e trazia-os de volta a meio da tarde.

Uma tarde destas, fixei-me em me lembrar desses tempos.

Era nessa altura Presidente da Torralta e tinha o meu motorista que me vinha buscar ou para a sede em Lisboa ou muitas vezes para Tróia.

Quando podia, voltava mais cedo para gozar de Sintra, jogar ténis com o meu filho Manel, ou dar passeios com os outros e com cães, pela Quinta e no Verão irmos para a piscina. Muitas vezes vinham amigos deles e meus. Era uma Quinta linda e a casa era enorme e com classe. Era quase em frente de Ribafria, com um clima excelente.

Muitas vezes no Verão íamos para a Praia Grande e ficávamos até ao pôr-do-sol, com os amigos da praia.

De repente, abri uma fotografia à porta acabado de chegar do trabalho de camisa e gravata. Havia uma entrada e um parque em frente da casa aonde os carros nos largavam.

E vi nessa fotografia pendurados a mim o Guizinho, o Frederico e o Lourenço a darem-me beijinhos de chegada. É uma fotografia muito ternurenta pois era a felicidade do encontro depois de cada um ter as suas obrigações durante o dia.

O Manel, a Mariana e o Diogo vinham mais tarde. Também remomerei brincadeiras na piscina e na praia com as ondas grandes.

E senti-me tão feliz em rever e sentir as emoções dos meus filhos cujo nascimento foi sempre uma comoção e alegria quando os punham nos meus braços.

A Xum - minha Mulher- muitas vezes tinha saído no carro dela, mas chegava a casa para o lanche e  acompanhávamo-nos. Tínhamos para além da Filipina uma cozinheira excelente.

Foi uma vida de aproveitamento de Sintra, da Quinta, da Praia Grande, e de inúmeros amigos que iam lá jantar e almoçar na piscina, para além do ténis, do jardim. Uma maravilha.

Abria os olhos e ficava tão contente e orgulhoso dos meus Filhos e de quanto os amo e agora de 8 netos, que adoro e retribuem-me mas não são o sangue directo do meu sangue.

Como foi possível que de uma gripe incómoda, tenha tirado umas grandes memórias.

Fui ao Japão e trouxe um Karaoke e a Mariana e eu ficávamos a cantar até à meia-noite, com vozes de artistas de renome. Divertíamo-nos muito.

Gostava com a mesma e igual intensidade de todos, mas a Mariana era a única rapariga pelo que havia uma enorme cumplicidade.

Um dia destes morro, e tenho milhares de recuerdos para me lembrar.

A Xum, foi uma companheira completa, muito bem educada e uma companhia qualificada para as minhas funcões importantes e sempre foi muito admirada pela beleza, chique nos trajes que escolhia e com o diálogo como embaixadora que me completava.

Enfim, foram memórias do passado que me aqueceram o coração.





sábado, 3 de fevereiro de 2024

O PENINHA está farto de isto tudo


 O Peninha está knock out em casa. Ouve a todos os momentos protestos, crises, manifestações - imagine-se da PSP e GNR , e dos Agricultores bem como do SNS e muitos outros - e já não é na televisão para a qual nem tem pachorra.

Agora apareceram "comentadores e jornalistas" das tvs que fazem perguntas idiotas, ignorantes e sem sensibilidade. Exemplo: Ontem na entrevista ao experiente correspondente nos USA hà muitos anos, a propósito de este ter estado numa conferência à porta fechada e com informações sobre os ataques à Síria e Iraque, este com um ar reservado, disse que os USA continuariam sem mercê.

Ora a menina perguntou insistentemente se eles iriam atacar essa noite, como , aonde e com que armamentos.....o nosso correspondente respondeu com um ar peremptório de que não poderia revelar.

Será que a donzela não sabe que hackers e representantes diplomáticos que têm em permanência funcionários a recolherem todas as indicações para uma defesa e ataque por antecipação....

O Peninha levantou-se para lhe dar uma chapada, mas preferiu não partir a televisão.

Mas consideremos o que o Peninha sente neste momento, uma de duas soluções para adoptar:

a) Pagar para se increver na Fundação do Hugh Heffner, que está renovada com miúdas novas e boas, que preenchem a vida de um neura. Fazem também "outros" programas sem serem no leito a fornicar....vão visitar museus pornográficos para inspirar o "serão" a seguir ao jantar. No entanto providenciam revistas do Playboy e quando a organização é bem paga, publica fotografias e histórias cretinas dos clientes que sejam apetecíveis, giraços, elegaantes e sem barriga e com o "instrumento bem dotado".

b) O Peninha, está neura em casa, procrastinando, deitado num leito redondo com um espelho por cima.Também recebe amigas da escola, um pouco mais recatadas e com quem conversa sobre as brincadeiras nos recreios, tipo "brincarem aos pais e mães" ou " aos médicos e enfermeiras". 

Quando recordavam esses momentos, o Peninha pegava na amiga mais recauchutada e lembrava-lhe os bons tempos....mas já era tudo flácido e sem tesão.

Mas o Peninha estava à procura de uma companheira permanente que o acompanhasse na sua solidão. O resto eram "faits d'hiver" e recorria à Paróquia e ao Sr. Prior, e quando se confessava deixava o Sr. Prior, de olhos vesgos.

Um dia num restaurante de classe, sentou-se sózinho e viu noutra mesa uma rapariga com um ar doce e triste e também sózinha. A meio da refeição, pediu ao criado que levasse as suas coisas para mesa da senhora, mas só depois de se apresentar. Ela viu-o caminhar em direcção à sua mesa e ficou um pouco temerosa.

Peninha, com um sorriso simpático, estendeu-lhe a mão e beijou-a, e disse que se chamava Peninha Maria de Menezes e Souza de Alpendurada e Vizela. Ela, ficou encantada com as boas maneiras e disse-lhe que acabasse o jantar na sua mesa. Pois, estavam sózinhos e falavam para dentro, sem interesse.

Cada um falou da sua vida exterior e interior e ambos disseram que em casa, muitas vezes apareciam fantasmas com quem conversavam mas que tinham um interesse relativo. Ficaram contentes com a coincidência e foram chegando ao fim da refeição, já com bastante afinidade.

Combinaram voltar-se a encontrar e começar a namorar, devagarinho, sem planos precipitados de forma que pudessem começar por ser amigos.

Saíram e despediram-se com um só beijo - dois seria possidónio - e ela disse que o pai era um empresário de sucesso na área da distribuição, e que se chamava Mafalda Teresa do Santíssimo Sacramento de Moura e Silva. Ambos prometeram só se tratarem por Mafalda e Peninha.

O Peninha resolveu ir comemorar no Clube Heffner este potencial progresso na sua vida que se avizinhava, mas reconheceu que tinha de ser com menos idas a sítios de "órgias" e carniça suculenta. Teria que dar o exemplo e a pouco e pouco habituar-se a uma vida ascética ainda que excitante com a futura companheira.

(continua)