quinta-feira, 4 de março de 2010

os perigos da internet



Não resisti...mas sem malícia e esperando que o bom Deus me perdoe as faltas!

Robim dos Bosques moderno...



Que cara tão feia, mas se calhar para roubar aos ricos para dar aos pobres tem que meter medo!

Tenho ideia que cá pela nossa floresta é um pouco ao contrário....

terça-feira, 2 de março de 2010

Tipping like Gentlemen



Proper tipping etiquette is still a trait rarely found in modern men yet, when perfected, it can actually become quite enjoyable. It’s a selfless act of giving to others based on the level of service you’ve received. A lot of these people get a pitiful wage and the tips they get go a long way to supplement their income. Make them happy and you’ll be looked after. Annoy them and you’d be best advised to eat your meal with caution!

Tipping really is an art form and when you’re giving your tip you want to be as discrete and gentlemanly as possible. Hand over the tip with your palm facing down and shake hands with the person you are tipping, simultaneously placing the money in their hand. What you want to avoid doing is waving the money around and making a big deal of it. You’ll look like an idiot for starts and if that isn’t enough, you’re going to make the person receiving the tip feel uncomfortable because, believe it or not, you’re coming across like a condescending jerk. You’re not throwing a treat for Fido here.

So how do you figure out how much to tip? Well the truth is there are no tipping rules per se, however there are guidelines which suggest how much is appropriate to give. Let’s investigate.

The restaurant waiter/waitress

This is the one that causes most debate because there is no hard and fast rule. It is also made even more difficult by waiting staff who have lost sight of the fact that a tip is a gratuity and is not actually required.

There are some occasions where you feel unjustified to give out a tip, but let me tell you why you should.

* The food was terrible. If the food was terrible, then complain to the manager (you might get a discount on the bill) but don’t take away the tip from the waiting staff because you’re punishing them for someone else’s mistake. Chances are they worked very hard for you and to not reward them would be unfavourable.

* The service was below par. If the service was below par then you should tip at a lower rate than normal. Usually, I’d speak to the waiter I’m tipping and politely explain the reasons for the lower tip. Just make sure you’ve eaten all your food before you tell them!

* You are a stingy and grumpy old man. So you don’t want to tip. Why not? You’re rewarding someone for doing good work. How would you feel if your boss decided to not give you the pay raise you’ve been asking for or taking your bonus away from you just because he felt like it? As the old saying goes, “Treat other people the way you expect to be treated yourself.”

segunda-feira, 1 de março de 2010

Em ninguém vendo no meio da água...cai sempre bem a sua batotazinha...



O ser humano tem esta atracção para ganhar com batota, mas só dentro de água! Nanja que em eleições, negócios, justiça, amor...tudo de grande virtude!

Strip cup...em Beijing



Pu-Jie reconhece que o seu povo está mudado! Nova modalidade de vela, a "strip cup" ou o rabo ao léu!

No fundo, justifica-se pois não podendo sair-se do lugar, há que ser pragmático depois de muitas horas!

Concursos da tv...



No último concurso de dança apresentado na tv, a vencedora ia esmagando com um beijo arrasador, o desgraçado do seu par!

Chopin


Frederic François Chopin nasceu no dia 22 de Fevereiro de 1810, em Zelazowa Wolam (Polónia), a cerca de uns trinta e cinco quilómetros da capital (Varsóvia). Era o segundo filho do casal Nicolas Chopin e Justina Krzyzanowska. O pai do compositor era de uma família de fabricantes de automóveis. Frederic Chopin teve uma infância feliz, e uma esmerada educação.

O seu pai notou logo desde muito cedo o interesse do jovem pela música, encarregando o checo Zywny da sua educação musical. O seu talento não era exclusivamente musical e em 1824 escreveu uma comédia em colaboração com a sua irmã Emília tendo até uma tendência para ser actor.

Antes de completar os oito anos, Chopin compôs sua primeira obra: uma Polonesa, várias danças e uma marcha militar. Finalizada a educação dada por Zywny, continuou os seus estudos de música com o professor Elsner prosseguindo depois os seus estudos no Liceu Local.

Em 1825, durante a visita a Varsóvia do Czar Alexandre I, tocou perante ele, recebendo diamantes como recompensa!

Com 19 anos de idade, em 1829, Chopin parte para Viena em busca do sucesso mas desolado com a guerra, emigra e parte para Paris.

Paris estava em plena ebulição artística. Para lá convergiam as mais diferentes correntes e tendências, com destaque para a romântica do começo do século. Chopin sente-se deslumbrado pelo mundo intelectual de Paris. É através do pianista Kalkbrenner que ele é apresentado à elite cultural de Paris.

Chopin começa a frequentar a sociedade e a ter contactos com compositores da estirpe de Berlioz, Bellini e Franz Liszt. São eles que o ajudam nessa primeira etapa da sua vida, para mais tarde consolidar-se como o grande génio musical romântico.

Durante a sua vida Chopin teve aventuras amorosas, entre elas uma com Maria Wodzinski, filha de um conde polaco. Em 1836 a relação é formalizada, e Chopin pede a mão de Maria em casamento, obtendo o consentimento da mãe, mas o pai dela nega-se a dá-lo. Isto traz uma profunda dor ao compositor que passa a levar uma vida retirada em Paris, pouco aparecendo na sociedade, e a sofrer de uma enfermidade crónica (um resfriado agudo).

Dedicou-lhe uma Valsa em lá bemol (Opus 69 N.º 1). Quando a ruptura com Maria Wodzinski era já evidente, Chopin resolveu ir para Londres, onde passa a isolar-se mas a sua produção musical aumenta consideravelmente: valsas, estudos, mazurcas, etc.

A saúde de Chopin foi sempre delicada. Corria um rumor de que ele estaria com sífilis. No hotel onde residia exigiram que fossem queimadas a cama e outros pertences e isolado o seu apartamento.

Foi nessa época que Lizst apresentou a Chopin a escritora Lucila Aurora Dupin, (Madame Dudevant). Sobre esse encontro ele expressou o seguinte comentário: " ...conheci uma grande celebridade, porém a sua cara não me é simpática, não gostei nada, inclusivé há algo nela que me repele".

Quando Chopin regressa a Paris sofre o assédio de George Sand (pseudónimo de Lucila Aurora Dupin) e enamoram-se loucamente e inicia-se uma nova fase de sua vida.

Para evitar um escândalo, pois era casada, os dois amantes acompanhados pelos filhos de George Sand (Solange y Maurício), viajam para Palma de Maiorca. Sentem-se encantados com o lugar e alugam uma casa "Son Vent" (a Casa do Vento).

No entanto, logo depois de uns dias de sol, ocorrem as piores chuvas daquele ano em Maiorca. A partir daí a saúde do compositor piora de forma preocupante. Assim em 11 de Fevereiro de 1839 empreendem um penoso regresso a França, indo para Nohant, fóra de Paris, onde George Sand tinha uma casa de campo.

É nesse período que Chopin compõe o que pode ser considerado a chave que encerra toda a sua obra. Termina a "sonata em si bemol menor", "Os prelúdios", "Os três estudos para piano" etc. O seu profundo romantismo, vê-se igualmente reflectido nas suas composições, e o seu amor por George Sand, a mulher que o acompanhou durante 11 anos de sua vida, também é reflectido na sua música, porém sempre com o sentimento nostálgico pela pátria e a percepção de um fim precoce.

Apesar do seu grave estado de saúde, volta a escrever, convertendo este período em um dos períodos mais profícuos.

A sua vida parece ser feliz: George entrega-se à sua paixão com um forte instinto maternal e Chopin deixa-se mimar como um filho.

A partir de 1847 a enfermidade piora e a isso sobrevém a ruptura definitiva com George Sand.

Em 13 de Outubro, Chopin recebe a extrema-unção e em 17 de Outubro de 1849, aos 39 anos de idade morre.

Sobre a sua tumba, e como ele mesmo havia solicitado no seu testamento, foi derramada terra polaca que a ele ofereceram os seus amigos.

Chopin foi um patriota sincero, um sonhador romântico num corpo minado pela doença.

Entre suas obras mais importantes ressaltaremos: Nocturnos: (N.º 2 em mi bemol maior); Valsas:(N.º 2 em La bemol); Baladas: ( N.º de 1 à 4, em sol, fa e La menor respectivamente); Estudos: (N.º 1 à 12 em do menor, La maior, fa maior); Polonesas: (N.º 3 em La maior); Mazurcas:(N.º 5 em si bemol maior, N.º 41 em do sustenido menor); Prelúdios:(N.º 24 em Re menor); Sonatas:( N.º 2 em si menor).

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Quem é bom amigo, tem bons amigos




Quem é bom amigo, tem bons amigos.

Machiavel

Along the river during the Shanghai Expo – An encounter with China’s global citizens from Shanghai Expo insights






The delta of the Yangtze, the Bund’s Peace Hotel between the former buildings of the Yokohama Bank and the Chartered Bank of India and Australia, the Sassoon House and its legendary musicians: the Far East plays jazz… One does not define easily a megalopolis which is about action, avant-garde and adventure, but Shanghai, where East meets West, will certainly give the world, from May to October 2010, an extraordinary show.

In 1900, on a site planned around the meandrous stream of the Seine River, Paris staged one of the most memorable Expos ever, and managed to attract on the theme “A Century In Retrospect” 43 foreign states and more than 50 million visitors. The 2010 Shanghai World Expo whose spatial arrangement revolves around the flow of the Huangpu river will not only offer a perspective on a cosmopolitan, hyper-dynamic and broad-minded megalopolis but it will also project its more than 70 million visitors into the world’s future.

As in the various versions of the panoramic painting (Qingming Shang He Tu), or Along the River During the Qingming Festival, the 2010 Expo will present the diversity and the vitality of the Chinese people but it will also illustrate the new relations between China and the “global village”. The millions of Chinese who will visit the Shanghai Expo and its 200 pavilions are, to a certain extent, China’s 21st century global citizens.

The most populous country in the world is still often perceived as self-centred, its mandarins as being aloof and self-satisfied but such a persistent representation misses some fundamental features of the contemporary Chinese reality: an unprecedented level of opening-up, a thirst for a better understanding of the foreign world and a desire not only to modernize a huge and ancient country but to become a source of modernity. On the 5.2 square kilometres large Shanghai Expo site – more than two times the size of Monaco –, in the middle of a global city, these features will be fully revealed.

The common and vivid Chinese locution (jing di zhi wa), or the frog at the bottom of the well, is used to deride a mix of parochialism, narrow-mindedness and complacency. In an increasingly interconnected and interdependent global village, the expression does not apply to China. In a 2009 survey conducted by the Washington DC-based Pew Research Centre, it appears that 93% of the Chinese respondents had a good opinion of international trade. The same institute estimates that 88% of the Chinese believe that their country’s economic situation is good.

In the Chinese collective psyche, opening-up, progress and confidence reinforce each other. The conjunction of these characteristics partly explains why the visitor to Beijing, Shanghai or Chongqing is often astonished by the energy which circulates, indeed, in most Chinese megalopolis. In 2009, the Pew centre inquired about the level of satisfaction in 25 nations and the study shows that 87% of the Chinese are satisfied with the way things are going in their country. Any reflection on China’s political system, economy, business or diplomacy has to integrate this high level of confidence in sharp contrast with the general apprehension which dominates in the Western countries.

The Chinese citizens have been transformed into “global citizens”. The world community which hitherto was mainly a Western exclusive club has now 1.3 billion new active constituents open to the idea of a global order but who expect to be adequately represented in its regulatory or political bodies and equitably depicted in its mainstream media.

One can certainly find China’s new global citizens in the following segments of the Chinese society which give also an idea of the magnitude of China’s opening to the world.

Around 300 million Chinese people study or speak English. Events like the Shanghai World Expo stimulate the desire to learn the language of international exchanges.

With more than 3 million copies, (Can Kao Xiao Xi), or Reference News, is the newspaper with the largest circulation in the People’s Republic. Reference News’ readers appreciate the fact that its content is mainly made of translated articles published all around the world. More generally, from July 2008 to June 2009, translated books accounted for 20% of China’s overall book market by title output and 30% of sales.

As of September 2009, with 360 million Internet users, China ranks first in the world for the number of “netizens”. While the number of foreign students in China reached a record high of 223,499 in 2008, the number of Chinese studying abroad expanded to 200,000 in 2009. Since Deng Xiaoping’s opening-up policy in 1978, almost 1.5 million Chinese chose to study abroad. In 2007, about 37 million Chinese travelled overseas. The World Tourism Organization predicts that 100 million Chinese tourists will travel abroad every year by 2020.

If more than 600,000 Chinese engineers graduate every year from institutions of higher education, one should also be aware that around 30 million Chinese are now learning piano and 10 million violins.

Tests to enter the top Chinese conservatories attract nearly 200,000 students a year. The Ukrainian virtuoso, Isaac Stern, portrayed in the 1980 documentary From Mao to Mozart anticipated China’s massive opening-up to the beauties of Western classical music. Robert Sirota, the distinguished American conductor and president of the Manhattan School of Music, believes that the future of classical music depends on developments in China in the next 20 years.

The Chinese people’s intense interest for the world does not mean that they forget or reject their own tradition.

On the contrary, for most of the Chinese intellectuals or the Chinese global citizens, the opening up to foreign cultures is an invitation to the reinterpretation of China’s tradition.

In fact, China’s curiosity for the outside world is concomitant with a return to the Chinese tradition and a reflection on the idea of “Chineseness”.

The debates, reflections and exchanges along the river during the Shanghai World Expo will provide some more evidence of this metamorphosis.

By David Gosset

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

IKEA lança produto da nova colecção



IKEA lança novo produto para casas-de-banho. O rolo de papel higiénico com o seu cão preferido!

Com os assaltos que há hoje em dia, mais os cães abandonados o IKEA está seguro de um sucesso comercial garantido.

Tem em network on-line, consultas com todos os canis do país!

Campanha de prevenção contra a sida...use o preservativo...ele há surpresas




Tudo pode acontecer no campo ou na cidade...use o preservativo!

violação do segredo de justiça...é assim que se faz



Mão amiga, tirou uma fotografia à D.Celeste sem ela se aperceber, quando já quase à tardinha e sem ninguém na repartição, recolhia um sortido de documentos confidenciais para levar para casa, sem autorização do chefe!

Será que é sem essa autorização? Ou reparte com ele um arredondamentozinho no fim do mês?

The essence of aristocracy





What is, the essence of aristocracy, the cult of image or just simplicity based on egalitarian principles?

Old or recent nobiliary aristocracy, bourgeois aristocrats, talented aristocracy, all coexisted in the society with different manifestations of luxury: ostentatious luxury exceeding their social background, inherited luxury displaying past wealth, and, occasionally, a reserved luxury, reflecting the wish to maintain their social status and state social dignity.

Simplicity, however, is also one of the traits of aristocracy, whether in social life, familial relationships and in charity.

Society values aristocrats according to their manners, compelling them to replace arrogance by simplicity, superiority by affability, even if this does not rule out a certain degree of condescension.

Simplicity confers aristocracy prestige, influence and social or personal superiority, becoming their essence in the extent that relationships with others are based on reciprocal respect founded both in hierarchical rights and in the right of human dignity.

Para Viver Um Grande Amor por Vinicius de Moraes


Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher... — não tem nenhum valor.

Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro — seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o "velho amigo", que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado pra chatear o grande amor.

Para viver um amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fidelidade — para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor.

Para viver um grande amor, il faut além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito — peito de remador. É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.

É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista — muito mais, muito mais que na modista! — para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...

Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs — comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?

Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto — pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente — e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia — para viver um grande amor.

É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que — que não quer nada com o amor.

Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva oscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor.

O prazer da leitura



Na história da Humanidade, houve livros que já foram queimados e homens perseguidos.

Mas não foi só isso: houve guerras em nome da paz que dividiram o espaço com heróis e mártires apaixonados por grandes causas tendo a elas dedicado as suas vidas.

O mundo passou por transformações. Houve Homens que fizeram história, como o rei Salomão, respeitado pela sua grande sabedoria e pensadores como Platão, Sócrates e muitos outros que permanecem vivos até aos dias de hoje.

Génios como Leonardo da Vinci e Miguel Ângelo que abrilhantaram o Renascentismo com as suas presenças, e Einstein, o cientista mais importante do século passado, descobriu a Teoria da Relatividade. O muro de Berlim caiu, a China transformou-se no gigante Asiático que é hoje em dia e o sonho de Martin Luther King realizou-se através de Barack Obama, o primeiro Presidente negro da história dos Estados Unidos.

Todos estes acontecimentos marcaram a história e mantêm-se vivos através dos livros que, geração após geração, exercem o papel de mensageiros e multiplicadores do conhecimento. Acontecimentos que, se dependessem apenas da memória humana, certamente teriam caído no esquecimento e ficado algures perdidos na linha do tempo.

Hoje os tempos são outros e o mundo vive outro tipo de conflitos e revoluções. Com o aparecimento da tecnologia o homem moderno questiona-se se é possível sobreviver sem ela.

E, este mesmo homem, totalmente informatizado, também se pergunta quanto tempo mais os livros, aqueles que um dia foram queimados e que registaram os mais importantes avanços da Humanidade, resistirão às tentações da modernidade.

Previsões não faltam, decretando o fim do livro impresso e o domínio dos e-books. O Kindle, desde o seu lançamento, já vendeu mais de 1 milhão de aparelhos, mas ainda assim nada poderá convencer os verdadeiros leitores, aqueles que têm prazer na leitura, sobre a razão para o fim do livro impresso.

Nada supera a sensação de folhear as páginas de um livro. Os livros impressos não precisam de energia ou sinal, são companheiros e, não importa aonde estejam no mundo, eles estarão sempre perto de nós.

Steven Spielberg defende que a leitura de um grande livro é muito mais rica que assistir a um grande filme. Bill Gates, o criador da Microsoft, encerra o assunto afirmando que os seus filhos terão computadores mas, antes, terão livros.

Terão também a liberdade, já que o livro nos conduz à mais fantástica viagem permitida ao homem - a viagem ao mundo do conhecimento.

Serão livres também todos aqueles que entenderem que o livro nos liberta da ignorância e nos leva a lugares e experiências inimagináveis.

Livre o homem que conhece a sua história.

E o livro estará sempre por cá para contá-la.

MNA

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Novo programa de Miguel Sousa Tavares



Havendo tantos outros temas para abordar num primeiro programa, a estreia de Miguel Sousa Tavares foi um flop, na minha opinião!

Como nenhum dos dois gosta um do outro, não me importo de ser crítico!

Perguntas:

1. para receber um chorudo cachet tem que assegurar audiências para a SIC, pois a TVI lidera! Achará ele que matraquear os Portugueses com uma entrevista com o Primeiro-Ministro chata, repetitiva de tudo quanto já tem sido escrito, lido, ouvido e redito vai entusiasmar os potenciais novos espectadores?

2. não seria mais interessante inovar e vir falar de coisas, de pessoas, de factos positivos, de sucesso e de assuntos captivantes? Ou Portugal reduz-se ao Governo, aos partidos e à política?

3. não há Portugueses cá dentro e lá fora que vão vivendo, trabalhando e produzindo com garbo, prestígio, brilho e luzimento para o nosso país? Porque são sempre os mesmos a entrevistar e a serem entrevistados?

4. já que gosta tanto de fumar, talvez não nos importássemos de o ver enterrado num bom sofá muito confortável de perna traçada, com uma bebida apetecível ao lado que beberricaria de quando em vez, entrevistando e conversando sobre cultura, música, literatura, poesia, arte, cinema, teatro, com gente inteligente e diferente que tornasse o nosso serão em momentos de cumplicidade em vez de uma valente séca ? Em França chamava-se "bouillon de culture"!

5. será que só se pode falar de futebol e de política para criar um novo programa que "seja" um potencial sucesso?

Termino dando dois exemplos que ilustram o que atrás fica por mim dito e a que veementemente convoco os meus bondosos leitores:

a. o programa ao Domingo à noite pelas 22h na rtp2, de nome "Câmara Clara" com a Paula Moura Pinheiro. A não perder!

b. o Colégio S.João de Brito em Lisboa, dos Jesuítas, organiza no dia 13 de Março várias conferências por "gente conhecida" que não têm nem a ver com o colégio, nem com os Jesuítas, são, como se diz agora, da sociedade civil (Ricardo Araújo Pereira; o "chef" José Avillez, economistas, advogados, engenheiros, artistas de teatro e de cinema, pintores, escultores que vão falar de coisas agradáveis e das suas experiências positivas aqui no Reino de Portugal, sim aqui, mesminho no país dos Sócrates, dos Soares, dos Rangéis, dos Passos Coelhos e dos Portas e dos Louçãs e dos Jerónimos de Sousa!

É para gente abaixo dos 40 e o link é: http://www.feejustica.net/

MNA

Jornal "Sol" recruta cães para delatores de violação do segredo de justiça



Chegou-nos às mãos a informação de que o "Sol" com medo de represálias e da ida para o xelindró do seu director por violação do segredo de justiça, contratou cães treinados que pelo telefone e em latidos criptados transmitem todo o tipo de notícias que possam aumentar as vendas do jornal, em iminência de falência, ao contrário do "Expresso".

As fúrias de Mr. Gordon Brown


Quem diria que Gordon Brown tem fúrias e que trata mal o pessoal do seu gabinete em 10, Downing Street?

Rebecca é a avó de Sarah, uma das recepcionistas de Mr. Brown e estando reformada deu-lhe para ir protestar em nome da neta, e pelo caminho, aproveitou para se queixar das benesses concedidas aos bancos em detrimento dos seus clientes...

Ano Novo Chinês no Tibete



O Ano Novo Chinês no Tibete, revestiu-se desta feita de especial significado, pois sendo o Ano do Tigre, é considerado de grande pujança.

Brincadeiras de péssimo gosto....

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

boinc...



Nunca andes pelo caminho traçado, pois ele conduz somente até onde os outros foram.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Fabulosamente anónimos...no Carnaval



Quem são?


Faces Ocultas...e o país?

Queremos clareza, transparência, chega de máscaras e de Carnaval!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Falência de imobiliárias em Espanha...



Nas falências estrepitosas de várias imobiliárias em Espanha, tudo o que restou de sumptuosas fincas com recheios de grande opulência, é infelizmente a vista...

Amor de mãe...



Tal mãe, tal filha...

estamos sempre a reinar....



Trabalhadores de empresas falidas e obsoletas, fazem brincadeirinhas com o equipamento...

airpartments no novo aeroporto...



Devido às restrições no orçamento de Estado quanto às megas obras públicas, o Governo deu instruções à ANA para que contacte imobiliárias e arquitectos a fim de que carlingas de aviões antigos possam ser aproveitadas para um novo conceito de "airpartments"!

Ela há coisas do diabo na "mamã" natureza...serão já efeitos do buraco do ozono?



Num parque da cidade, foi isolada a zona à volta de uma árvore centenar, por temer-se tratar de efeitos já causados pelo buraco do ozono...

Jogo Sporting-Benfica



Adepto híbrido, faz sinal de vitória para os dois lados....

Conheço gente que já está a pensar no mesmo, não vá o Sócrates sair e nada melhor do que jogar em 2 carrinhos...ou melhor dedinhos!

Pergunta-se, com curiosidade, qual é que será o segundo dedinho?

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Ponto da situação



Estou bem contente com o impacto deste meu blogue, pois apesar de ter escassos comentários em cada página e nas respectivas entradas, recebo dezenas de opiniões, por e-mail.

No “contador” tenho cerca de 340 seguidores…tendo começado em Dezembro de 2009, estou muito reconhecido.

Os meus amigos de direita dão-me no côco e ficam escandalizados dizendo que virei perigoso esquerdista, socialista, apoiante do Sócrates o qual, bem como o seu governo, tem levado neste blogue, mócadas valentes!

Os meus amigos divertidos, abertos e com cultura umas vezes estão de acordo outras contra, mas vão-me enviando verdadeiras pérolas de comentários que enriquecem os meus arquivos.

As minhas amigas brejeiras deliram e incentivam-me a mais despautérios, as castas “dizem-me” que córam, mas confessam que aguardam sempre por mais.

Os jovens leitores, esses, por eles the sky is the limit!

Para mim, este blogue preencheu uma dupla função: observar e divertir-me…sendo um pouco diletante, como convém!

Ao observar, critico, opino - e ao divertir-me posso ou não divertir os meus leitores, suscitando nestes duas reacções: criticismo positivo ou negativo, ou em última análise amorfismo, indiferença, total ausência de reacção!

Dizem-me muitos que têm pouco tempo disponível mas que fazem consultas periódicas, outros que não se entendem com a internet, e uns quantos que nem abrem!

Naturalmente que ninguém gosta de ser criticado mas, infelizmente é um facto da vida. Um blogue tem, em parte essa missão!

Os meus leitores que sejam capazes de responder ao criticismo do blogue com elegância e desprendimento revelam uma importante ferramenta na vida, que poucas pessoas têm.

A maior parte das vezes as críticas são baseadas em algumas verdades. Criticar pode parecer negativo. Mas, através das críticas tem-se a oportunidade de aprender e melhorar.

Porém o problema está em que ao se fazerem críticas, sugerindo, dando a entender ou intuindo novos caminhos, repara-se mais na forma confrontacional em como são expressas as opiniões.

É sempre importante saber separar as emoções das realidades que lhes estão subjacentes.

No fundo, na maior parte das vezes só se valoriza o louvor. Quando se elogia, as pessoas sentem-se felizes.

Quando se critica sentem-se furiosas e revoltadas.

O que aconteceria se somente fizéssemos louvores imerecidos e bajulássemos com falsas lisonjas? Como se poderia melhorar?

Ao criticar-se um petisco da(o) bem-amada(o), fica ofendida(o)!

Mas, é um erro olharem-se a si próprios como um “arroz de pato” ou um “cheese cake”!

Pode-se ter razões para se achar o tal petisco de menos boa qualidade, mas isto não significa que se esteja a criticar o “chef”!

Talvez se pensar-se que a crítica é dirigida a alguma “zona de menos luz” de cada um, se esteja a evitar criticar o seu orgulho ou ciúme; mas o ciúme é uma emoção passageira, não é a própria pessoa.

Às vezes critica-se sem justificação, sem razão. É de facto, doloroso. Mas, potencialmente é mais fácil lidar com isso do que quando as críticas são justificadas!

Há sempre a velha opção de ignorar completamente. É tão inofensivo como tentar fazer-se mal a um elefante!

Ao ficar-se calado e afastado, não se alimentam as críticas.

È sempre bom esperar antes de responder às críticas : ao responder-se com imediatismo, fúria, emoção ou com orgulhos feridos vem-se sempre mais tarde a arrepender. Ao esperar-se pacientemente, permite-se reflectir de uma forma mais calma.

Há, porém, uma coisa que me apraz mais do que tudo neste blogue: a liberdade de poder escrever responsávelmente, o que quero e me apetece!

E é com tudo isto com que os meus leitores contam….e também com um enorme e aberto sorriso!

PU-JIE