quarta-feira, 24 de maio de 2017

Belo rosto


aperitivo


TO BE OR NOT TO BE ANYMORE



TO BE OR NOT TO BE ANYMORE

As senhoras dos 40 em diante, compram soutiens generosos, exibem peitos mascarados e fazem dietas horrorosas passando fome, não aproveitando a vida. Será que pensam que disfarçam a idade?

Erro: pois as sérias, casadas ou uniãodefactadas têm já companheiro. As pouco sérias, ou seja as putas, mesmo que não ganhem dinheiro, não enganam se comparadas com moças novas, frescas e jeitosas.

Entendamo-nos, estou de acordo em que se cuidem e sejam garbosas, bonitas e vistosas do que gordonas, com rabo em forma de pêra ou de outro fruto, usando vestidos ratões de padrões do tipo cortinados, sem jeito.

Mas nada melhor do que chamar as coisas pelos nomes: mulheres ou homens novos não são comparáveis com a geração mais velha.


Cada geração tem o seu encanto!


É um fato ou será um facto!

domingo, 21 de maio de 2017

She looks like my aunt Emilly

Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender

Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".
8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

Luis Fernando Veríssimo

anti-copianço

Capacetes anti copianço numa Universidade na Tailândia.

pic-nic


Deixem-me andar em paz...chato a querer ultrapassar. Era o mordomo com o pic-nic para o lanche e que queria chegar primeiro...

made in China

sábado, 20 de maio de 2017

casamento com arqueólogo


O que há de verdade nisso?


O QUE HÁ DE VERDADE NISSO?

O meu Avô paterno foi muito cedo para Lourenço Marques, aonde foi com 29 anos, Director do Porto e dos Caminhos de Ferro de Moçambique bem como Administrador da Companhia de Cimentos da família Sommer, mais tarde Champalimaud. Era um óptimo engenheiro e tinha uma excelente vida, ganhando em libras de ouro, o que lhe permitia ter uma série de mordomias. Entre elas tinha um Mordomo indiano que adorava os alemães e suspirava que ganhassem a 1ª guerra mundial. Estava sempre a taquinar o meu Avô, que sabia ser anglófilo e um dia perguntou-lhe:

- Senhor Engenheiro, ouvi dizer que o hino inglês é igual ao hino alemão. O que há de verdade nisso?


O meu Avô riu-se e deu-lhe uma resposta adequada.


Na família quando queremos brincar a propósito de alguém que nos faz perguntas bestas, piscamos o olho e repetimos a frase do Mordomo.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

malditos zapatos

Un señor entra a una zapatería y se le acerca el vendedor:
-Buenas tardes, ¿En qué puedo ayudarle señor?
-Quiero unos zapatos del número 42.
-Verá, señor, no es por llevarle la contraria, pero a simple vista puedo ver que usted calza almenos un 46.
-Eso no me importa, yo quiero un número 42, si no, no compro nada y me voy a otra tienda.
-Está bien (le contesta el vendedor con cara de asombro).
El dependiente le trae unos zapatos del número 42; el hombre se los prueba y le dice:
-Perfecto, me los llevo puestos.
Cuando va de salida del comercio, el vendedor se da cuenta de que el hombre va sufriendo porque los zapatos le aprietan mucho. El vendedor, intrigado de por que compró unos zapatos tan pequeños, se le acerca y le dice:
-Señor, disculpe, pero no me puedo quedar con la intriga, ¿cómo es que compra sus zapatos tan pequeños, si se ve que está sufriendo porque no le quedan bien?
- Mire, le voy a contar mi historia: mi mujer me engaña con un compañero de trabajo; mi hija es prostituta; mi hijo es yonki; mi suegra vive con nosotros y me tira en cara la culpa de todos los problemas familiares... ¡El único placer que tengo en esta vida es llegar acasa y quitarme estos malditos zapatos!...

sogra


Vivo con el miedo de que alguien entre a robar a mi pobre suegra que vive sola con sus joyas en la calle Alcinar de las Rojas nº 254 Edificio F piso 2º...

rest room


Enciclopédia


be quiet


quinta-feira, 18 de maio de 2017

GENTRY

GENTRY

(from Old French genterie, from gentil, "high-born, noble") are "well-born, genteel and well-bred people" of high social class, especially in the past.

Gentry, in its widest connotation, refers to people of good social position connected to landed estates, upper levels of the clergy, and "gentle" families of long descent who never obtained the official right to bear a coat of arms.

In the United Kingdom, the term often refers to the social class of the landed aristocracy or to the minor aristocracy whose income derives from their large landholdings.The idea of gentry in the continental sense of "noblesse" is extinct in common parlance in modern-day Britain, despite the efforts of enthusiasts to revive it. Though the untitled nobility in modern-day Britain are normally termed gentry, the older sense of "nobility" is that of a quality identical to gentry.

The fundamental social division in most parts of Europe in the Middle Ages was between the "nobiles", i.e., the tenants in chivalry (whether counts, barons, knights, esquires or franklins), and the "ignobles", i.e., the villeins, citizens and burgesses. The division into nobles and ignobles in smaller regions of Europe in the Middle Ages was less exact due to a more rudimentary feudal order. After the Reformation, intermingling between the noble class and the often hereditary clerical upper class became a distinctive feature in several Nordic countries.

Besides the gentry there have been other analogous traditional elites. The adjective patrician ("of or like a person of high social rank") for example describes most closely members of the governing elites found within metropolitan areas like the mediaeval free cities of Italy (Venice, Genoa), the free imperial cities of Germany and Switzerland, and the areas of the Hanseatic League, which, by virtue of their urban milieu, differed from the gentry (though many also had rural residences).

selfie


soltar os cães


Chorar por um Homem?


guerras modernas


terça-feira, 16 de maio de 2017

BRINCADEIRAS DE PÉSSIMO GOSTO


BRINCADEIRAS DE PÉSSIMO GOSTO
O Trump foi apanhado sem saber como em escutas que permitiram gravar as informações que passou aos Russos. Penso que poderá haver mãozinha do FBI. Louco seria se acha que não é escutado como todos os políticos são e em todo o mundo.

A estalada foi tão grande e de surpresa ( foi aliás um jornalista russo que tirou as fotografias a todos em alegre e foliona convivência na sala oval pois os jornalistas americanos foram impedidos de fazer a reportagem - imagine -se a vingança fria que lhe será servida) que depois de uma comunicação à imprensa feita pelo Sub-Secretário de Estado, negando tudo houve que repensar a estratégia.

E Trump usou a única defesa que poderia ter: confirmar que entregou informação aos Russos ( estava provado) mas que o fez no âmbito das suas capacidades legais.

sometimes


O poder que a gente tem


primo


jogo perigoso


o chefe


eficaz


domingo, 14 de maio de 2017

O PENINHA E O AEROPORTO COM SALVADOR SOBRAL.


O PENINHA E O AEROPORTO COM SALVADOR SOBRAL.

Acabado de chegar de Paris aonde esteve na posse do novo Presidente Francês, Emanuel Macron, Peninha resolveu esperar pela chegada do Salvador Sobral que vinha de Kiev.

Não fizera a barba ainda, estava de preto pois vinha de um acto formal em França e tinha apanhado os cabelos em cima, tal e qual como o Salvador Sobral.

Numa palavra podia ser confundido com o dito e foi o que aconteceu, pois, duas empregadas de limpeza ao verem-no passar ligaram para a segurança do aeroporto e disseram quem tinha acabado de aterrar e excitadas foram por portas interiores avisar a malta.

Ora, como se sabe a gente das secretas percebe pouco de canções festivaleiras e de cantores, pelo que assim que o Peninha chegou à zona de controlo, rodearam-no e levaram-no bem protegido para uma sala à parte.

Por mais que o Peninha dissesse que vinha de Paris, eles gracejavam e tocavam-lhe como se ele fosse um deus. A sala foi inclusivé invadida por técnicos da torre de controlo, inspectores do Serviço de Estrangeiros e uma miríade de funcionários indiscriminados da Ana. O pessoal feminino dava gritinhos e clamava: Salvador! Salvador!

Quando Peninha quis dizer que havia uma confusão e que estavam errados, isso foi entendido como modéstia e o entusiasmo aumentou assim como os vivas e outras manifestações de carinho.

O voo de Salvador era muito mais tarde, pelo que alguém da segurança veio dizer que não estava ninguém lá fora à espera o que a todos intrigou.

O director do Aeroporto, o dr. Fonseca, furioso, perguntou a Peninha quem ele era. Tendo o Peninha respondido com sinceridade, começou tudo a sair e sobretudo os da torre de controlo, pois havia já aviões a sobrevoar o aeroporto, com apelos lancinantes para a torre, que tinha gravado uma mensagem automática: “Please wait, Salvador arrived”!

Os agentes da segurança que tinham trazido Peninha para a referida sala reservada do aeroporto, furiosos por se terem enganado, avançaram para o Peninha e deram-lhe uma tosa de criar bicho!

Peninha saiu cheio de contusões para a rua e ainda na zona dos táxis, maltrapilho e rôto, enquanto esperava por transporte, ouviu um homem do lixo a trautear a canção de Salvador!

Chegou-se ao pé dele e num gesto de fúria deu-lhe um estaladão e gritou: cala-te nojento!

A seguir correu para o primeiro carro-de-praça que lhe surgiu e ainda ofegante ao declinar o destino, viu o ofendido esbracejar atrás do táxi a insultá-lo.

A pior prisão


JAMAIS


sans-cullotes


Quand je pense que ce grand savant a fini guillotiné...
et que les infâmes sans-culottes qui le menèrent à la mort ont osé déclarer: "la Révolution n'a pas besoin de savants"! On a vu le résultat...

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Fátima



 


IDA A FÁTIMA

Durante muitos anos fui no dia 12 de Maio a Fátima para participar na Procissão das velas e demais celebrações, bem como ficar para o dia seguinte.

Seguia atrás do andor como Membro da Ordem de Malta e por isso dava a volta ao Santuário, cantando e rezando.

Depois passei para o meio da esplanada, pois a pompa e a circunstância não se coadunavam mais com o espírito de peregrino que me levava a Fátima.

Ultimamente e quando me apetece vou no meio da semana, longe da multidão, sentar-me na Capelinha e ali fico no sossego do silêncio participando, quando há, nalguma oração comunitária.

Sempre me comoveu a procissão das velas e no dia 13 o adeus à imagem que vinda do altar-mor no fim das celebrações é despedida por milhares de lenços brancos a cantarem o adeus.

Claro que são momentos em que os sentidos ficam mais apurados e são contagiados pela emoção colectiva. São fenómenos conhecidos de que não me envergonho. São uma espécie de catarse necessária que limpa meses ou anos de empedernimento, falta de choro e desfaz no coração alguns espinhos mais teimosos em o deixar bater sem limitações.

Porém tudo isto é muito bonito mas quando se volta e se mergulha no dia-a-dia é aí que devemos pôr em prática a conversão interior na dedicação aos outros, a começar pelas nossas famílias.

acordar num país normal


Amazon


Guapa! Conchita!


Mandamentos